Pesquisadoras da UFPR integram Observatório Nacional da Mulher na Política

Pesquisadoras da UFPR integram Observatório Nacional da Mulher na Política

A Dra Luciana Panke, professora e pesquisadora do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Paraná e líder do Grupo de Pesquisa Comunicação Eleitoral (CEL) foi convidada para participar como consultora sênior do Observatório Nacional da Mulher na Política (ONMP), que foi lançado nesta quarta-feira (30/06/2021), na Câmara dos Deputados. A professora Dra Eneida Desiree Salgado, do setor de Ciências Jurídicas da UFPR, também integra o ONMP.

O observatório é uma iniciativa da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, em parceria com a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e tem o objetivo de ampliar as discussões sobre a participação feminina na política representativa, com base em três eixos principais: violência política contra a mulher, atuação parlamentar e representatividade feminina.

De acordo com a Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, as pesquisas serão definidas por um Conselho Consultivo, formado por deputadas federais e estaduais, pesquisadoras e representantes de organizações parceiras. No total são 18 pesquisadoras e seis universidades públicas (cinco federais e uma estadual) de todo o Brasil que participam do ONMP, entre elas a Universidade Federal do Paraná, representada por Luciana Panke e Eneida Desiree Salgado.

Segundo a Dra Luciana Panke essa é uma excelente oportunidade de aliar o conhecimento acadêmico à prática política, fomentando o debate sobre a equidade de gênero nos espaços deliberativos. “É muito importante que o conhecimento gerado na academia seja levado ao parlamento para que possamos, juntas, aumentar a visibilidade feminina na política e, assim, naturalizar a presença das mulheres na esfera pública”, destaca Panke.

Além das Assembleias Legislativas estaduais e do Distrito Federal, integram o ONMP, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, o Grupo Mulheres do Brasil, Instituto Alziras, Instituto Artemisias, Instituto Patrícia Galvão, Virada Feminina, Women’s Democracy Netword e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

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